//56 VOLTA PARA O LAR-DOCE-LAR – PR

56 VOLTA PARA O LAR-DOCE-LAR – PR

 

 

Saímos da maravilhosa cidade de Bonito, por estradas de boa qualidade, trafegamos por 435 km, paramos para o almoço em Dourados e chegarmos em Itaquiraí, na casa da minha irmã no final da tarde. 
 
 
Itaquiraí é uma cidade pequena, bem arborizada, boa estrutura urbana, onde todos se conhecem. 

Depois de colocarmos a conversa em dia, fomos para um churrasco no sítio do meu irmão. Muita carne, cerveja e alegria, com todos os parentes reunidos.
 
 
No dia seguinte a Ade e os sobrinhos foram fazer compras no Paraguay, a 80 km da cidade e eu fui novamente para o sítio. 

Sai a pé por uma estrada rural, até que meu irmão veio com o carro ao meu encontro.
 
 
Lá o café da manhã estava pronto, com mandioca frita, pão caseiro, manteiga feita em casa, café e leite natural fervido. 
 
Depois chupamos frutas do pé, fizemos disputas de mira com estilingue, guerra de mamonas, jogamos argolas e pescamos na lagoa. Eu, meu irmão e seus dois netos.

 
No almoço carne com abóbora, feijão, arroz, salada e peixe frito que nós pescamos, acompanhado com suco de tangerina. 
 
Partirmos para o nossa última parada antes de finalizarmos a nossa viagem de moto pelo Brasil. O destino foi Maringá, onde moram mais uma parte de nossas famílias.

Pela estrada um ponto especial de rara beleza. As belas pontes construídas sobre o Rio Paraná, onde começa a formação da Ilha Grande.

 

 

 
Entramos no Paraná e a viagem ficou tensa, até chegarmos em Maringá. Buracos na pista, sulcos de pneus no asfalto, pouca sinalização e sem acostamento. Treminhões transportando canas, trafegam o tempo todo dificultando o trânsito e estragando a pista.
 
Paramos numa lanchonete de estrada onde servem uma já conhecida e tradicional coxinha de mandioca com carne de boi, muito deliciosa, acompanhada por um saboroso caldo de cana. O dia estava frio e a Ade aproveitou um pouco para repor energias vindas do sol.
 
 
Chegamos em Maringá, nos ocupamos dois dias em visitar parentes, fazer revisão na moto, salão de beleza, passear pela cidade e comer enroladinho de carne na feira livre. 

Maringá é também uma cidade a ser visitada por todos. A cidade é linda e foi planejada ainda antes da construção, em 1.947. Ruas largas, calçadas padronizadas e uma das cidades mais arborizadas do Brasil.
 
 
Em um belo sábado de sol, pegamos a estrada rumo ao lar-doce-lar. Chegamos em Curitiba e foi triste. Depois de tanto tempo na estrada, não havia ninguém a nos esperar.
 
Aproveitamos para fazer uma foto na frente do prédio e uma outra foto que eu sonhei e planejei antes do início da viagem, em julho de 2.012. A foto, feita pela Ade foi eu deitado no chão, como agradecimento por todo chão que passamos neste País, sem nenhum percalço, somente emoções, aprendizado, amizades e muita alegria. Tudo valeu a pena.
 

 

 

Descarregamos a nossa bagagem, subimos para o apartamento, tomamos banho e nada de aparecer alguém para nos dar as boas vindas. Estávamos felizes por estar novamente no lar-doce-lar, mas triste pela falta dos nossos queridos.

A campainha tocou e apareceram a Bruna e a Sophia, nos chamando para descer até a churrasqueira, que lá havia uma surpresa para nós. Agora sim a alegria da viagem se completou. 

O Hugo preparou um belo churrasco de carne e vegetariano e uma parte das pessoas que amamos, estavam presentes.

 

 

 

 

A Paula e a Bruna fizeram uma decoração que achamos fantástica. Revelaram 280 fotos da nossa aventura, colaram pelas paredes do salão, armários, geladeira e sobre as mesas. 

As lembranças voltavam no tempo a cada foto e facilitou muito pra gente contar um pouco do que vivemos durante a viagem.

 

 

 

 
Foi encantador o encerramento de nossa aventura, especialmente pelos nossos queridos amigos e parentes que compareceram para nos dar as boas vindas.
 

 

 
Na próxima publicação apresentaremos um resumo da nossa aventura roccomotobrasil.com pelas maravilhas do nosso imenso Brasil.