//46 – FLORENÇA – ITÁLIA

46 – FLORENÇA – ITÁLIA


Fomos conhecer a metrópole “Firenze”, Florença para nós brasileiros. A cidade tem um centro histórico enorme, onde os turistas se perdem com tantas atrações, com várias ruas estreitas, onde só é permitido para pedestres e para ciclistas.
 

 

 

Florença já foi considerada capital da moda e tornou-se famosa também por ser a cidade natal de Dante Alighiere, autor da “Divina Comédia”, obra prima da literatura universal.
 

 

 

  
Nos museus e até caminhando pelas ruas nos deparamos com obras de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Giotto, Botticelli, Donatelo, entre outros.
Chegamos tarde na cidade e ao escurecer, as igrejas e museus fecham e não vimos muitas obras por dentro, se bem que, por fora também são muito bonitas.
 

 

  
Tem uma rua que só vendem jóias com altos valores, são tantas lojas que fica bonito de ver. 
 
  
A rua das jóias fica sobre o Rio Arno, sobre uma bela ponte que, como outras, tornam a cidade ainda mais bela.
 

 

 

  
É muito agradável passear pela cidade, com muitas opções de boas lojas, restaurantes, paneterias, sorveterias e antigas construções, quase todas construídas com pedras. 

A arte se espalha pelas ruas e sobem pelas paredes.
 

 

  
Vimos um policial dando um bronca em um turista que estava comprando bugigangas de um camelô. Perguntei ao policial que me disse que era proibido comprar dos camelôs africanos, pois eram produtos ilegais, não pagam impostos. Achei injusto a bronca que ele deu no turista. Se é proibido, por que não prendem os infratores?
Paramos para ver o javali Porcellino, muito visitado pelos turistas e pelas ciganas. 

As pessoas colocam uma moeda na boca do bicho de bronze, soltam e a moeda tem que cair numa grade no chão. Se cair na grade significa que você vai ser dono da fortuna ou que ficou mais pobre por que perdeu uma moeda. É divertido ver as pessoas fazendo o ritual. Acho que quem fica rico mesmo com o ritual são as ciganas, mulheres fortes que pedem esmolas pelas ruas, chatas e ladronas, que pegam as moedas da gradinha. O turista tem que estar atendo por que se descuidar elas pegam seus pertences e fogem na multidão.
 

 

  
A Catedral, Grande Sinagoga é um deslumbre. Ao chegarmos, ficamos pasmos com o tamanho da igreja, construída com mármores coloridos. Ela muito grande e fica em uma praça pequena. É quase impossível fazer uma foto com toda a edificação.
 

 

  
Na saída dos trabalhadores fica ainda mais perigoso andar pelas ruas por conta dos ciclistas que andam pelas vielas apertadas, correndo e acionando suas buzinas de ferro, jogando suas bicicletas sobre as pessoas como se eles tivessem a preferência até na calçada. São uns chatos. Cuidado também com as bicicletas elétricas que transportam turistas, eles são os donos da rua.
 

 

  
Voltamos para pegar a carrinha que deixamos no estacionamento afastado, por que no centro não entram carros e demorou um pouco até encontrarmos o lugar exato.  Sempre que deixamos a carrinha estacionada e saímos a pé, fazemos algumas fotos do local para usar caso necessário.
O valor do estacionamento é diferente. Paga 1 Euro na primeira hora, 2 na segunda e 3 nas demais horas. Não entendi bem, parece que a ideia é que as pessoas fiquem por pouco tempo no estacionamento.